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Sistema para farmácia: essencial ou um “mal necessário”?

O gerente de ofertas e produtos da Linx, Leandro Ruggero, explica que os sistemas são essenciais para o melhor desempenho das farmácias e precisam ser vistos como aliados. Acompanhe

O varejo farmacêutico vem crescendo nos últimos anos. Os dados da Federação Brasileira de Farmácias (Febrafar) apontam um crescimento de 12% no setor, considerando o período de setembro de 2020 a setembro de 2021, como apontei em outra oportunidade aqui no Guia da Farmácia. A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) também divulgou, no ano passado, um avanço de 17,39% nas vendas de varejo farmacêutico. Esses números evidenciam o aquecimento no setor, que possui quase 90 mil farmácias e drogarias, segundo dados do Conselho Federal de Farmácia (CFF), e que deste total, 65% são pequenos ou médios estabelecimentos.

Com este crescimento no setor, as demandas também crescem e fazer a gestão completa do negócio sem o apoio de um sistema integrado, torna-se um “bicho de sete cabeças”. Para alguns varejistas, pensar em ter uma ferramenta os auxiliando no dia a dia é simples e automático, mas para outros, ainda não é uma possibilidade real. E é neste lado da corda que a coisa fica complicada e, muitas vezes, arrebenta. Já falei aqui, outras vezes, que o pequeno varejista ainda segue a mentalidade de que tecnologia e inovação não servem a ele, por imaginar ser caro e “pouco eficaz”. Há também aquele pequeno varejista que compreende a importância dessas ferramentas, mas vive em uma “guerra diária” com elas. Em ambos os casos, o problema não está na tecnologia e, sim, no entendimento dela em função do seu próprio negócio. É aqui que expressões como “o mal necessário” começam a se propagar.

Por outro lado, também há de se levar em consideração que uma solução que funciona para o concorrente pode não ser tão eficaz para você. É preciso encontrar uma que esteja de acordo com os objetivos e desafios do seu negócio e, até mesmo, com o perfil do seu consumidor. De que adianta investir em um sistema que não solucione os seus principais problemas? Somente para corroborar o pensamento do varejista analógico.

Para ficar claro como um software pode ajudar o varejista de farmácias, basta olharmos para um dos principais problemas hoje: a alta concorrência, que atinge dos pequenos negócios do segmento às grandes redes. Sistemas exclusivos para farmácias possuem um conhecimento profundo do negócio e oferecem flexibilidades para tomada rápida de decisões como, por exemplo, realizar uma determinada campanha que ofereça por tempo limitado descontos acima dos que já estão disponíveis nos Programas de Benefícios em Medicamentos (PBMs), ampliando o leque de benefícios para o consumidor, por um lado, e gerando um diferencial competitivo para a farmácia, por outro lado. Outras dores, como fluxo de caixa, gestão fiscal e gerenciamento de estoque, também podem ser remediadas a partir da utilização da inteligência dos softwares pelas farmácias.

Por esses motivos, os sistemas são essenciais para o melhor desempenho das farmácias e precisam ser vistos com aliados. Para quem está do outro lado do balcão, no atendimento diário das necessidades do cliente, fazer gestão parece algo muito burocrático. Porém, sair do básico e utilizar integralmente as tecnologias disponíveis, certamente, ajudará o negócio – otimizando processos e melhorando o desempenho das vendas – e o cliente, que terá mais acesso a descontos e outras facilidades, contribuindo para aumentar as chances de fidelização. No final das contas, o “o mal necessário” se transforma em um “bem essencial”. Topa o desafio?

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Foto e fonte: gerente de ofertas e produtos da Linx, Leandro Ruggero.

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