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Fito 2018

A utilização de plantas como base para tratar doenças é um hábito milenar, seja por meio de chás, outros preparos caseiros ou até, mais recentemente, os medicamentos fitoterápicos. Entretanto, é importante que se esclareça de que forma as plantas in natura se diferenciam dos medicamentos.

As plantas medicinais são as espécies vegetais, cultivadas ou não, em geral, tradicionalmente utilizadas com o propósito de aliviar sintomas e/ou promover a cura de afecções, além de identificá-las e prepará-las corretamente. Normalmente, a população faz uso por meio de infusões, decocções, macerados, alcoolaturas, tinturas, constituindo exemplos derivados de vegetais.

Já os medicamentos fitoterápicos são aqueles obtidos a partir das plantas medicinais (drogas ou derivados vegetais), as quais passam por operações farmacotécnicas ou de tecnologia farmacêutica para ser inseridas em uma forma farmacêutica.

Todo fitoterápico deve ter sua ação comprovada por meio de ensaios farmacológicos e toxicológicos, que garantam eficácia, segurança e qualidade, para ser registrados e utilizados com o fim profilático.

A preferência pelo seu uso tem crescido bastante, principalmente porque as pessoas estão buscando mais qualidade de vida e produtos menos agressivos ao organismo.

Uma grande força desse mercado está na busca por uma vida mais saudável e, acima de tudo, o movimento de “volta ao natural”, contemplando a saúde de forma integral, holística e com foco em prevenção.

Para que se alcancem boas vendas, é essencial que os fitoterápicos garantam visibilidade no ponto de venda (PDV) junto aos demais Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs). Aliás, esse é, justamente, o primeiro ponto a se pensar na hora de expor a categoria.

Acompanhe na íntegra o Especial Fito 2018 e conheça o potencial dessa classe medicamentosa, que pode gerar boas margens para o seu negócio.