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Especial Terceira Idade 2018

Na década de 1980, a expectativa de vida do brasileiro deu um salto positivo. Até então, um adulto vivia, em média, 62,52 anos, sendo que, entre mil adultos que completavam 60 anos de idade, apenas 343,8 alcançavam os 80 anos de idade. Tais índices eram semelhantes aos demais países em desenvolvimento, mas, aos poucos, avanços sociais foram mudando essa realidade no Brasil.

Hoje, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o brasileiro vive, em média, 75,8 anos. Algumas razões que levam a uma maior sobrevida da população estão ligadas diretamente a ações de promoção de saúde, que envolvem não só as tecnologias, como novos tratamentos e exames diagnósticos mais precisos, mas em grande parte se explica pelo aumento do saneamento básico, diminuição da mortalidade por doenças infectocontagiosas, disseminação das vacinas, antibióticos. Foram vários ganhos na área da saúde e de políticas sociais, que proporcionaram melhor qualidade de vida.

Muitos idosos, mesmo aqueles em idade mais avançada, depois dos 80 anos, trabalham, têm vida social ativa, saem com grupos de amigos. É uma figura muito diferente daquele idoso sentado com seu chinelo na poltrona.

As projeções demográficas mais recentes da Organização das Nações Unidas (ONU) indicam que a população mundial chegará a 8,6 bilhões até 2030 – um aumento de um bilhão de pessoas em 12 anos. Sendo assim, farmácias e drogarias precisam estar preparadas para assumir as novas demandas trazidas pelos serviços e pela população. A farmácia irá desenvolver uma participação diferente dentro do sistema de saúde, integrando-se de forma mais ativa no cuidado do paciente, colaborando com médicos, unidades de saúde, hospitais, planos de saúde. Ela é um lugar estratégico para o sistema, onde é possível trabalhar de forma muito assertiva diversos problemas da população, como adesão ao tratamento, gerenciamento de doenças crônicas, exames preventivos, tratamento de sintomas menores e educação em saúde.