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Suplementação e Vitaminas 2018

praticidade do dia a dia faz com que muitos brasileiros não consumam as quantidades diárias necessárias de vitaminas e minerais para o bom funcionamento do organismo e grande parte deles está preocupada com a saúde e o bem-estar. Para resolver essa equação, muitos optam por equilibrar suas atitudes, buscando hábitos mais saudáveis e a reposição nutricional, por meio de suplementos.
Somente entre agosto de 2017 e agosto de 2018, o setor de vitaminas, minerais e suplementos no Brasil faturou R$ 4 bilhões, de acordo com dados da IQVIA.
Os líderes de venda são os multivitamínicos que, sozinhos, geraram mais de R$ 1 bilhão em vendas – 12,2% de crescimento em doze meses móveis. Ainda que tenham menor volume de faturamento, vitaminas e outras monovitaminas e minerais tiveram um desempenho ainda mais expressivo no mesmo período – 15,6% e 13,9%, respectivamente.
Dados comparativos mostram que o mercado de vitaminas no Brasil ainda tem muito espaço para crescer – nos Estados Unidos, são consumidos 32 vezes mais suplementos que aqui, conforme dados da Euromonitor International, por exemplo.
Para que o setor alcance todo o potencial possível no território nacional, é preciso um esforço conjunto dos players interessados em expandir esse segmento. Para lhe apresentar algumas alternativas, preparamos este Especial Suplementação e Vitaminas, que aborda, entre outros assuntos, o desempenho das categorias, perfil de consumo do shopper, influências tecnológicas para a decisão de compra, dicas de exposição e árvore de decisão.
Outro destaque fica por conta do novo marco regulatório para suplementos alimentares que, desde 27 de julho de 2018, está em vigor. Agora, itens como vitaminas e minerais, ômega 3 ou proteína do soro pertencem a uma nova categoria: suplementos alimentares. Acompanhe o que diz a lei.

Boa leitura!