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Tendências no mercado de suplementos nutricionais em 2021

Acompanhe as principais tendências do mercado de suplementos nutricionais em 2021, impulsionados pela pandemia do coronavírus

Em 2020, um ano atípico devido à pandemia de Covid-19, ocorreram muitas mudanças, inclusive no mercado de suplementos nutricionais.

Cenários como a imunidade e bem-estar físico e mental ganharam destaque, o que impulsionou a venda de suplementos para essas necessidades.

A seguir estão algumas das principais tendências do mercado de suplementos nutricionais em 2021, de acordo com os especialistas.

1. Estresse, depressão e insônia: magnésio

A pandemia de Covid-19 não afetou apenas a nossa saúde física.

Mas também aumentou o estresse psicológico e os casos de ansiedade, depressão e distúrbios do sono.

De acordo com o Nutrition Business Journal, em 2016 e 2017, os suplementos voltados para o estresse e melhora do sono estavam crescendo em 1 a 4%.

Já em 2018 e 2019, esse mercado teve um crescimento acelerado, com aumento entre 12% e 18% nas vendas.

O NBJ estimou um grande crescimento de 30% em 2020 que provavelmente irá se manter em 2021.

Nesse cenário, tem destaque o magnésio, um mineral que desempenha um papel fundamental em quase todos os aspectos da saúde, incluindo a função cerebral e o sono.

Estudos indicam que o magnésio é efetivo para tratar distúrbios do sono, melhorar a qualidade do sono e reduzir a latência do sono (tempo que se leva para adormecer).

Da mesma forma, dados indicam que a suplementação do mineral é efetiva para amenizar distúrbios de ansiedade, desde os casos mais leves até a ansiedade generalizada ou associada à TPM ou pós-parto.

No entanto, com tantas fontes de magnésio disponíveis no mercado, pode ser difícil decidir qual é a melhor.

Fontes superiores de minerais devem atender aos seguintes critérios: conter formas biodisponíveis do mineral, apresentar estudos clínicos que comprovem sua segurança e efetividade e possuir certificações e comprovações de qualidade.

2. Imunidade: zinco

Considerados os novos multivitamínicos, os suplementos focados na imunidade continuam sendo uma tendência no mercado de suplementos alimentares.

De acordo com um relatório da Fortune Business Insights, a pandemia da Covid-19 impulsionou a demanda por suplementos voltados à saúde imunológica em todo o mundo.

O tamanho do mercado desses suplementos, que em 2019 foi de US$ 16,32 bilhões, está projetado para chegar a US$ 29,40 bilhões até 2027 com uma taxa de crescimento anual de 7,4%.

Em um estudo publicado pela Kilyos Nutrition em dezembro de 2020, foi discutido também que o zinco ganha destaque devido a sua importância para a imunidade e também suas propriedades antivirais e anti-inflamatórias.

Este mineral é essencial para a integridade do sistema imunológico, com importante papel na manutenção, desenvolvimento e ativação das células imunes.

Além disso, o zinco é essencial para a integridade das barreiras epiteliais.

Necessárias para a prevenção da entrada de patógenos, como vírus e bactérias, no organismo.

3. Suporte ao metabolismo: vitamina K2

O sedentarismo associado à falta de atividade física, o aumento do tempo sentado e mudanças nos hábitos alimentares e no sono impactaram diretamente a homeostase metabólica das pessoas durante a pandemia.

Como consequência, muitas pessoas sofreram com o ganho de peso e até mesmo distúrbios metabólicos, como a diabetes.

Dessa forma, a busca de suplementos que promovem um suporte metabólico e ajudem na perda de peso cresceu.

Um nutriente de destaque neste cenário é a vitamina K2, que foi associada ao metabolismo da gordura e da glicose por vários estudos.

Um estudo publicado na European Journal of Clinical Nutrition que avaliou indivíduos suplementados com a vitamina K2 MenaQ7® por 3 anos, verificou que este nutriente levou a diminuição da gordura corporal e da distribuição de gordura abdominal e visceral.

Além disso, a vitamina K2 MenaQ7® tem ação comprovada na prevenção da calcificação e rigidez vascular associada às doenças cardiovasculares, consideradas um fator de risco para o desenvolvimento de quadros mais graves de Covid-19.

Fonte: Pharma Innovation

Foto: Shutterstock

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