Três meses após liberação, mulheres encontram barreiras para tomar viagra feminino

Grande parte das consumidoras não tem acesso a medicação

O medicamento conhecido como viagra feminino chegou às farmácias americanas no dia 17 de outubro de 2015 no que parecia ser uma vitória feminista. Havia a promessa de ajudar mulheres que sofrem com a redução do desejo sexual, mas a pílula Flibanserina foi prescrita apenas mil vezes nos três primeiros meses desde que foi aprovada pela agência reguladora americana, Food and Drugs Administration(FDA), agência que regula drogas e alimentos nos Estados Unidos.

A razão para o baixo número de prescrições se dá pelo fato de que o medicamento somente pode ser fornecido às mulheres em período pré-menstrual e que sofrem com transtorno de desejo sexual hipoativo. Ajudá-las é, sem dúvida, um grande passo, mas o produto poderia ser útil também para outras pacientes, como as que sofrem com o declínio do interesse por sexo provocado pelo uso de alguns medicamentos, como os que controlam a natalidade e os antidepressivos.

Isto significa que a maior parte das mulheres não tem acesso a uma medicação que aumenta o desejo por sexo, o que não ocorre os homens, que encontram drogas similares em qualquer farmácia.

Fonte: Marie Claire
Foto: Shutterstock

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