Veja tudo o que a ciência já sabe sobre a Covid-19

Dentre tantas fake news, saiba o que é verdade sobre o vírus, o que diz a ciência, o estágio de desenvolvimento das vacinas e tire suas dúvidas sobre a pandemia da Covid-19

Oito meses depois da primeira morte em decorrência do novo coronavírus no Brasil, e quase um ano após o caso inaugural em Wuhan, na China, já é possível determinar,  o que realmente funciona do ponto de vista da prevenção, dos cuidados iniciais e dos tratamentos — e, agora, em relação à luta pelo desenvolvimento de uma vacina em tempo recorde.

No último dia 18, a Pfizer divulgou resultados de eficácia acima de 95% em um imunizante produzido em parceria com a empresa de biotecnologia BioNTech. Uma outra companhia dos Estados Unidos, a Moderna, também anunciou sucesso com taxa de 94,5%. A Sinovac, fabricante da chinesa CoronaVac, que trabalha de mãos dadas com o Instituto Butantan, de São Paulo, celebrou a produção de anticorpos em 97% dos voluntários testados nas fases 1 e 2.

Por diversos motivos, há pessoas que divulgam mentiras sobre a existência e a origem do coronavírus.

No entanto, é preciso conhecer os mitos e as verdades sobre o assunto. Acompanhe:

Como o trabalho dos laboratórios ajudam?  

Os excelentes resultados dos laboratórios, por sinal, vieram em boa hora. Nas últimas semanas, houve uma acelerada leva de casos na Europa, nos Estados Unidos e inclusive no Brasil. É um momento preocupante, sem dúvida. Pede atenção, exige boas informações.

Com 1,4 milhão de mortes em todo o mundo, mais de 167 000 no Brasil, a Covid-19 demanda uma nítida compreensão do que ainda teremos pela frente. E graças ao trabalhado dos cientistas, seremos salvos.

O que a ciência já sabe sobre as vacinas contra a Covid-19? São eficazes?

O anúncio de eficácia de 95% da vacina produzida pela farmacêutica americana Pfizer e de 94,5% do imunizante do laboratório Moderna, também dos Estados Unidos são as primeiras evidências convincentes de que uma vacina pode ser realmente capaz de prevenir a Covid-19.

Ambas as taxas são bem superiores aos 50% de sucesso exigidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os índices de eficácia da vacina da gripe, por exemplo, ficam em torno de 60% — menores, portanto.

Por que o anúncio da Pfizer foi tão celebrado?  

Em virtude da riqueza de detalhes e de ter sido divulgado depois da fase 3 (e derradeira) de estudos clínicos. Houve registro de eficácia de 95% a partir do 28º dia de aplicação.

Os resultados foram, então, obtidos após a análise inicial de 170 casos confirmados, 162 deles no grupo que recebeu medicamento placebo e os outros oito que receberam a vacina.

Foram detectados dez casos severos de Covid-19 no estudo, nove deles no grupo de placebo e apenas um no que efetivamente recebeu o imunizante.

A vacina da Pfizer é segura?  

Sim. Ela foi bem tolerada, sem efeitos adversos graves entre os 43 mil voluntários que receberam as doses. O maior efeito colateral aferido foi fadiga, com 3,8% de ocorrência, e dor de cabeça, com 2% de ocorrência.

Uma vacina pode ser aprovada, distribuída e aplicada antes mesmo de ser totalmente testada?  

Não. Para aprovar o registro de uma vacina e liberá-la para uso, agências renomadas de controle, inclusive a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), exigem resultados robustos da fase 3 de estudos clínicos.

Será possível saber o período de validade de imunização de uma vacina?

De acordo com a ciência a respeito da imunização da Covid-19, ainda não. Esse tipo de conclusão só poderá ser anunciada depois de alguns meses da aprovação, porque exige mais tempo de acompanhamento dos voluntários. Diante de uma pandemia, porém, a celeridade se impôs — mas, insista-se, a velocidade dos laboratórios não é sinônimo de risco. ciência covid-19

A CoronaVac terá benefícios semelhantes aos de outras vacinas?

Sim. Os chineses seguem os padrões internacionais. Assim, resultados divulgados na última terça-feira (17), demonstraram produção de anticorpos em 97% dos voluntários examinados nas fases 1 e 2.

Além disso, há certeza de controle de qualidade no Brasil, porque a CoronaVac será produzida pelo Instituto Butantan.

Pelo menos quatro vacinas estão em fase final de desenvolvimento. Bastará uma delas para imunizar contra a doença?

Em termos. Uma vacina é suficiente para conferir proteção individual. Entretanto, dada a demanda global, imensa, será preciso mais de uma opção de modo a atender a procura.

A vacina será dada primeiro a grupos de risco? 

Há uma regra: quanto mais pessoas forem vacinadas, maior será a proteção coletiva, a chamada imunidade de rebanho — com 70% da população vacinada, chega-se a esse ponto.

Contudo, uma única dose não basta — a maioria dos fabricantes desenvolve imunizantes em duas doses, com pelo menos um mês de intervalo de aplicação.

Contudo, há que levar em consideração, também, as vacinas que serão oferecidas — as que apresentarem eficácia de apenas 50% poderão prevenir somen­te casos graves de Covid-19. As eficazes em 70% autorizarão mais segurança de movimentação.

Em quanto tempo a vacina deverá estar disponível no Brasil?

A estimativa do Ministério da Saúde é que a vacinação de grupos prioritários tenha início no primeiro ou segundo trimestre de 2021. Antes, porém, briga-se para pôr em pé o esquema de armazenamento e distribuição.

O Ministério da Saúde já começou a conversar com representantes da Pfizer para a distribuição em território brasileiro. Já foram fechados contratos com a CoronaVac e a vacina de Oxford em parceria com a AstraZeneca.

As vacinas custarão caro?

No Brasil, elas serão oferecidas gratuitamente, dentro do Plano Nacional de Vacinação. Haverá, contudo e evidentemente, custos para as instituições públicas.

A da Pfizer é cara — 39 dólares por duas doses, preço baseado na compra antecipada feita pelo governo americano. Ela usa uma tecnologia nova, afeita a estimular o corpo a produzir a proteína do vírus, e precisa ser mantida a 70 graus abaixo de zero, complicador para a imunização em massa exigida contra a Covid-19.

Ela também não pode ser tirada várias vezes da temperatura baixíssima, na viagem desde a linha de produção até o braço dos pacientes. A CoronaVac é mais barata. Em ofício assinado (e depois suspenso) pelo Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o preço previsto para cada uma das 46 milhões de doses orçadas era de 10,30 dólares.

Uma pessoa que já foi infectada pode se reinfectar com o vírus da Covid-19 novamente?

Casos de reinfecção foram documentados em alguns estudos, mas são muito raros. Até o momento, são cerca de 25 reinfecções em 56 milhões de casos em todo o mundo.

Quais são os efeitos de longo prazo do coronavírus?

A lista de sintomas persistentes da Covid-19 é mais variada do que a maioria dos especialistas poderia prever. Os danos incluem fadiga, batimento cardíaco acelerado, falta de ar, dores nas articulações e músculos, confusão mental, bem como perda persistente do olfato e paladar e problemas de coagulação sanguínea.

Os grupos de risco mudaram ao longo da pandemia?

Não. Idosos e pessoas com condições médicas preexistentes, incluindo hipertensão, doenças cardíacas, doenças pulmonares, bem como câncer ou diabetes, estão mais suscetíveis a desenvolver casos mais severos de Covid-19. Além disso, a obesidade também aumenta consideravelmente a probabilidade de complicações da doença.

É possível se contaminar pelo ar, mesmo distante de pessoa supostamente contaminada?

Sim. A contaminação pelo ar é possível quando uma pessoa infectada tosse, espirra, canta, bem como fala ou respira, deixando partículas minúsculas e leves suspensas no ar. Além disso, o risco dessa forma de contágio é maior em ambientes internos, com pouca ventilação.

Se uma mulher grávida pegar Covid-19, seu bebê será infectado?

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Existem relatos de transmissão da Covid-19 da mãe para o bebê durante a gravidez. Até o momento, todos os bebês se recuperaram bem e ainda não há consenso sobre o risco e a frequência desse tipo de transmissão.

a transmissão do coronavírus durante a amamentação é considerada pouco provável. Além disso, os benefícios da amamentação superariam quaisquer riscos potenciais de transmissão do vírus.

De acordo com a ciência, é seguro voltar para a academia de ginástica sem muitos riscos de contrair a Covid-19?

O vírus se espalha mais facilmente em ambientes fechados. Há riscos, mas eles podem ser minimizados com a adoção de medidas de prevenção como uso de máscara, o distanciamento e a higienização das mãos. Além disso, é recomendado limpar os equipamentos antes e depois do uso.

Crianças transmitem a doença?

Sabe-se que as crianças de até 12 anos têm maior probabilidade de ser assintomáticas, risco baixo de ficar gravemente doentes e provavelmente são menos propensas a se contaminar. Elas podem transmitir a doença, mas ainda não há informações sobre o seu nível de contagiosidade. Ou seja, se elas têm alta ou baixa capacidade de transmissão.

Já as crianças mais velhas, a partir de 12 anos, têm maiores chances de apresentar sintomas e de transmitir a doença. Contudo, tudo somado, o retorno às escolas, respeitado o leque de protocolos, é administrável. Não houve aumento de casos desde o retorno parcial no Brasil.

É seguro andar de elevador com outras pessoas?

Sim, desde que seja mantido o distanciamento e o uso de máscara. Recomenda-se higienizar as mãos depois de apertar os botões.

É possível pegar o novo coronavírus em relações sexuais?

Não há relatos de que o vírus seja transmitido pelo sêmen ou por fluidos vaginais. Entretanto, o contato próximo e o beijo, por exemplo, aumentam o risco de transmissão.

Para reduzir o risco de contaminação entre parceiros que não vivem juntos, a recomendação de médicos de Harvard que analisaram o assunto são: usar máscara, evitar beijos, tomar banho antes e depois das relações, bem como evitar atos sexuais que envolvam a transmissão oral de fluidos corporais.

A ciência sabe se o vírus da Covid-19 pode grudar nas roupas?

Já se sabe que a transmissão pelo contato com superfícies contaminadas desempenha papel baixo na transmissão. Ressalve-se, porém, que as roupas são como qualquer outra superfície — podem estar contaminadas.

Para reduzir totalmente o risco, a recomendação é trocar de roupa ao chegar em casa e pôr para lavar as roupas usadas na rua. Contudo, se achar exagero, uma opção é trocá-las ao chegar em casa e deixá-las ao ar livre por pelo menos um dia antes de usá-las novamente.

Qual é o melhor momento para procurar o médico caso exista a suspeita de Covid-19?

O ideal é procurar um médico assim que surgir a suspeita da doença. O profissional solicitará o exame para diagnóstico e, em caso positivo, fará o acompanhamento.

A Covid-19 é uma doença nova, com evolução imprevisível e sem tratamento específico. Assim, ideal é que todos, mesmo pessoas com sintomas leves, tenham orientação médica continuada. Desse modo, pessoas contaminadas devem permanecer isoladas durante dez dias após o início dos sintomas.

No caso das assintomáticas, a contagem começa a valer a partir da realização do teste de diagnóstico. Após esse período, não há necessidade de realizar um novo exame antes de voltar às atividades normais.

Qual é o teste de diagnóstico do coronavírus mais adequado?

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O RT-PCR é o teste indicado para diagnosticar a Covid-19. O exame, feito a partir da coleta de material dentro das vias respiratórias e saliva, identifica partículas do vírus no organismo e detecta uma infecção aguda. J

Já os testes de sorologia, oferecidos em farmácias, com pequenas picadas para coleta de sangue, identificam anticorpos e apontam para infecção passada, porém, são menos precisos.

Em que momento se deve fazer o teste?

A recomendação é que o teste seja realizado entre o segundo e o sexto dia de sintomas. Entretanto, pessoas assintomáticas só devem realizar o RT-PCR em caso de contato evidente com alguém que foi diagnosticado com a doença. Nesse caso, o teste deve ser feito de quatro a cinco dias após o contato.

Qual é a indicação terapêutica ao início dos sintomas da doença?

O correto é recorrer a um médico ou a um hospital tão logo surjam os primeiros sintomas. Assim, se confirmada a doença, o tratamento é feito com analgésicos e antitérmicos, como dipirona e paracetamol.

Nos primeiros meses da pandemia, a indicação oficial era que somente pessoas com sintomas mais graves, como falta de ar, procurassem o atendimento especializado.

Desse modo, seria evitada a lotação das unidades de saúde. A mudança de conduta ocorreu quando se verificou que a infecção evolui muito rapidamente. A demora a procurar ajuda pode comprometer o quadro clínico.

Qual é o momento correto para intubar um paciente?

No início da pandemia, acreditava-se que o melhor procedimento para o prognóstico do paciente era a intubação precoce, assim que fosse detectada uma baixa oxigenação no sangue, independentemente do quadro clínico.

Agora, em muitos casos, a intubação precoce pode até mesmo piorar o caso. Desse modo, medidas não invasivas, como o uso de cateter nasal de alto fluxo, ventilação não invasiva, fisioterapia, prona (virar o paciente de bruços), bem como a administração de medicamentos, como corticoides, são prioridade.

Contudo, caso o paciente não responda a essas medidas e tenha outros pontos comprometidos, como alteração no padrão respiratório, no nível de consciência e na oxigenação do sangue, a intubação pode ser indicada. Mas não há uma indicação ou métrica específica. Cada paciente deve ser analisado individualmente.

Quais são os medicamentos mais eficazes para a infecção na fase leve e moderada da doença e quando eles devem ser tomados?

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Ainda não há tratamento específico para a Covid-19. Entretanto, para pacientes leves, que estão em casa, o tratamento inicial é apenas sintomático, com o uso de antitérmicos, analgésicos e descongestionantes, quando necessário.

Hidratação, bem como boa alimentação e repouso são fundamentais. Se o paciente realizar tomografia e exame de sangue, dependendo do resultado, alguns medicamentos podem ser recomendados. Mas não se deve, em hipótese alguma, tomar medicamento sem indicação médica. Em pacientes hospitalizados, que precisam de oxigênio, a droga que mais modifica a história natural da doença é o corticoide.

A ciência sabe se a cloroquina funciona contra a Covid-19?

Não. Mais de uma dezena de estudos, incluindo alguns feitos no Brasil, já mostraram que a cloroquina e a hidroxicloroquina não modificam em nada a evolução da doença em casos leves, moderados e muito menos graves. Além disso, ela também não é eficaz para prevenir a infecção.

O antiviral Remdesivir, aprovado pela FDA, é útil?

Um antiviral de relevância seria capaz de conter a doença antes de uma resposta imunológica exagerada do corpo, como acontece em relação à aids. O Remdesivir traz uma resposta positiva, embora fraca.

De acordo com ciência, o melhor estudo sobre o assunto provou que o medicamento chega a reduzir em cerca de cinco dias o tempo de internação hospitalar, mas não tem efeito na redução da mortalidade da Covid-19, por exemplo.

Contudo, o medicamento ainda não está disponível no Brasil.

A redução proporcional do número de mortes em decorrência da Covid-19 é resultado do enfraquecimento do vírus?

Não há evidências de que o Sars-CoV-2 tenha se enfraquecido desde que foi identificado, em dezembro do ano passado, em Wuhan, na China. No entanto, em nenhuma das novas cepas registradas na Europa houve indício de mais agressividade do vírus. É boa notícia.

De acordo com ciência, há uma segunda onda da pandemia da Covid-19 na Europa e nos Estados Unidos?

Em termos. A redução do número de casos e de óbitos no fim do primeiro semestre não significou a eliminação do vírus. Mesmo em menor prevalência, ele se manteve presente. Quando as medidas de distanciamento social foram relaxadas, houve uma nova oportunidade de infecção.

A atual alta de registros provoca número menor de mortes — na Itália, por exemplo, a taxa de letalidade está 75% menor em relação ao pico anterior da epidemia.

A redução das mortes pode estar associada à melhora no tratamento ou a uma queda na carga viral dos infectados, o que contribui para a evolução da doença com menos gravidade.

A ciência já sabe se o vírus da Covid-19 sofre mutações?

Sim, mas de modo pouco relevante. Embora a mutação a 20A.EU1, identificada na Espanha, esteja presente em catorze países e seja responsável por uma grande porcentagem dos casos registrados recentemente na Europa, o que a ciência sabe sobre esse assunto em casos da Covid-19 é que ela apenas pegou carona no relaxamento das medidas de prevenção.

A ciência sabe se a mutação pode atrapalhar o desenvolvimento das vacinas contra a Covid-19?

Provavelmente não. Isso porque dada a pequena taxa de mutações, é muito provável que uma vacina consiga garantir proteção a todas as cepas do Sarx-CoV-2.

Quais lições o Brasil pode tirar do atual momento da pandemia nos países europeus e nos EUA, supondo que eles estejam “na frente”?

É fundamental que utilizemos essa vantagem, a de poder olhar para o histórico de outras partes do mundo, de modo a aprender com os erros e acertos.

Na Europa e nos EUA, as regiões mais afetadas hoje são as que foram poupadas no início do ano. É provável que o Brasil siga o mesmo padrão.

Assim, a recomendação é que os locais que tiveram poucos casos de coronavírus redobrem a atenção, com testagem em massa e rastreamento de contatos.

O distanciamento entre duas pessoas tem de ser de quantos metros?

O distanciamento mínimo recomendado é 1,5 a 2 metros de distância. Isso porque a adoção dessa medida é capaz de reduzir o risco de transmissão de 18% para 2%.

Qual máscara é a mais segura?

máscara coronavírus

A N95 é a máscara mais eficaz para filtrar gotículas e aerossol, a suspensão de partículas no ar. Em seguida, está a máscara cirúrgica descartável de três camadas.

Mas a recomendação é que o uso desses produtos seja exclusivo para profissionais de saúde.

No dia a dia, a máscara híbrida, composta de duas camadas de tecido de algodão grosso e uma de um tecido sintético, ou a máscara feita com no mínimo duas camadas de algodão são as mais eficazes. Além disso, é fundamental trocar a máscara periodicamente. Isso porque quando ela fica úmida, a proteção é reduzida.

O que a ciência já descobriu sobre o uso de vitamina D para combater a Covid-19?

Diversos estudos apontaram uma associação entre a deficiência de vitamina D e quadros mais graves de Covid-19.

Zinco e vermífugos previnem a doença?

Não há trabalhos científicos que indiquem o sucesso desses medicamentos.

A única forma de se proteger contra a infecção é manter a higiene constante das mãos, usar máscara e manter distância de outras pessoas. Já soa um tanto óbvio, mas a insistência é necessária.

Fonte: Veja

Fotos: Shutterstock

Não se automedique, consulte um profissional de saúde.

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