Vitamina D: Sanofi lança nova apresentações em cápsulas gelatinosas

Formato foi desenvolvido para facilitar ingestão

A Sanofi lança uma nova apresentação para o medicamento DePura – vitamina D. O novo formato em cápsulas gelatinosas chega ao mercado com o compromisso de facilitar a ingestão. Esta versão beneficia pessoas que apresentam dificuldades em consumir não só comprimidos maiores, como também cápsulas comuns ou até mesmo gotas.

As cápsulas gelatinosas agilizam a absorção pelo organismo, liberando o medicamento mais facilmente e não têm sabor. Ademais, o produto pode ser encontrado em dosagens de 1.000 IU, 7.000 IU e 50.000 IU.

“A Consumer Healthcare (CHC) Brasil busca sempre inovar para se antecipar às tendências de mercado. O foco em proporcionar mais bem-estar e saúde ao consumidor. O consumo de vitamina D pode ser recomendado por um longo tempo ou de forma permanente. Assim, é fundamental pensar não só em formatos que facilitem a ingestão do produto, como também contribuam para uma melhor adesão dos consumidores”, diz o diretor de marketing da GBU CHC da Sanofi Brasil, Joaquin Ortega.

A vitamina D regula a concentração não apenas de fósforo, como também de cálcio no sangue. Desse modo, atua diretamente no fortalecimento dos ossos e músculos. O sol é fonte natural desta vitamina, absorvida por meio dos raios UVB. A carência de vitamina D causa, ainda, ora aumento de gordura, ora perda de força. Pode, igualmente, dificultar a funcionalidade das células e facilitar o desenvolvimento de doenças crônicas.

Vitamina D aumenta sobrevida de pacientes com câncer

Um estudo recém-apresentado na American Society of Clinical Oncology (ASCO), que realiza o maior evento de oncologia do mundo, relaciona o uso da vitamina D com a redução da mortalidade por câncer. O estudo, chamado “O papel da suplementação de vitamina D para prevenção primária de câncer: Meta-análise de ensaios clínicos randomizados“, foi realizado pela Universidade de Michigan (EUA). Em resumo, os pesquisadores revisaram 10 estudos “padrão ouro”, reunindo, ao todo, 79.055 pacientes (78% mulheres). Essas pesquisas administraram vitamina D de forma randomizada e controlada. Tiveram como padrão o acompanhamento de pacientes, com 68 anos em média, por quatro anos, no mínimo.

Nenhum dos pacientes incluídos no estudo tinha câncer. A iniciativa foi justamente avaliar a faixa etária onde mais se desenvolve a doença. A partir de então, os médicos administraram vitamina D em alguns pacientes e placebo em outros, para formação do grupo de comparação. A análise mostrou que as pessoas que tomaram o suplemento por pelo menos três anos apresentaram um risco 13% menos de morrer de câncer do que as que tomaram placebo durante o mesmo período.

Fonte: Guia da Farmácia

Foto: Shutterstock

Plataforma da Roche mostra postos para descarte de medicamentos

Indique para um amigo ... Share on Facebook
Facebook
Tweet about this on Twitter
Twitter
Share on LinkedIn
Linkedin
Email this to someone
email
Print this page
Print

Deixe um comentário