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WhatsApp para farmácias: um aliado do atendimento ao checkout

No negócio, o app representa uma flexibilidade no atendimento, sem a necessidade de designar uma pessoa só para responder às ligações

Antes mesmo do lançamento do WhatsApp Business, em 2018, vários setores do varejo já utilizavam o aplicativo de mensagens para se comunicar com os clientes e para fins comerciais – principalmente os pequenos varejistas, que constroem uma relação muito mais “íntima” e direta com os consumidores.

No segmento farmacêutico, essa particularidade sempre foi um DNA do negócio, dado que 65% das farmácias e drogarias do País são pequenas ou médias, de acordo com o Conselho Federal de Farmácia (CFF).

Com os avanços na tecnologia e a pandemia – que colocou todos em distanciamento social da noite para o dia –, as pessoas passaram a utilizar ainda mais o WhatsApp.

Uma pesquisa da Panorama Mobile Time/Opinion Box, publicada em dezembro de 2021, aponta o WhatsApp no topo do ranking de aplicativos mais utilizados pelos brasileiros, com 54% dos entrevistados afirmando utilizarem o app ao menos uma vez por dia. Além disso, 33% dos entrevistados disseram que o WhatsApp é o aplicativo em que passam mais tempo ao longo do dia.

A mesma pesquisa, realizada no ano anterior, mostrou que 76% dos respondentes afirmaram se comunicar com empresas por meio do WhatsApp e, além disso, 52% compram produtos e serviços pelo aplicativo.

Se antes o contato por telefone era modalidade forte no setor, as mensagens hoje são ferramenta de comunicação (e venda!), que já está na mão do cliente, e o varejista deve encontrar os melhores caminhos para utilizá-la a seu favor.

No negócio, o app representa uma flexibilidade no atendimento, sem a necessidade de designar uma pessoa só para responder às ligações (como acontecia nos tempos de contato telefônico), além de levar facilidades que fazem a diferença no momento de decisão do cliente, como a possibilidade de realizar o pagamento da compra pelo WhatsApp Pay ou por links de pagamento integrados ao sistema.

Mas de nada adianta utilizar o WhatsApp como mais um canal de venda se ele não estiver integrado à operação. Sem isso, toda venda realizada pelo aplicativo terá de ser lançada manualmente no sistema (da mesma forma como era pelo telefone) – um gasto enorme de tempo que compromete toda a agilidade e produtividade do dia a dia. É preciso, mais do que nunca, buscar integrar e automatizar os processos.

Por fim, já existem empresas que viabilizam essa integração do WhatsApp no sistema de gestão e, inclusive, algumas associações, como a Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar), já utilizam este recurso, bem como as grandes redes farmacêuticas.

Para se manter competitivo dentro desse mercado, é importante não só manter esse canal ativo, mas torná-lo um aliado do seu negócio, reduzindo as tarefas operacionais e usufruindo dele, do atendimento à finalização da venda.

Fonte: Guia da Farmácia
Foto: Shutterstock

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Rumo ao Futuro

Edição 355 - 2022-06-13 Rumo ao Futuro

Essa matéria faz parte da Edição 355 da Revista Guia da Farmácia.

Sobre o colunista

Gerente de Ofertas e Produtos Linx www.linx.com.br