EMS: pioneira na produção de genéricos no País

Farmacêutica entrou nesse mercado em 2000 e, desde 2013, é líder no segmento, com mais de 200 moléculas e cobrindo 96% das classes terapêuticas

A farmacêutica EMS foi pioneira na produção de genéricos no Brasil, em 2000. E a força com que entrou nesse mercado fez com que, desde 2013, seja líder isolada com essa categoria de medicamentos no País. Com mais de 200 moléculas registradas e atendendo a 96% das classes terapêuticas, a EMS contabilizou, em 2018, um faturamento de R$ 4,5 bilhões e 211 milhões de unidades comercializadas no segmento.

No ano passado, a empresa lançou duas novas moléculas e três novas apresentações de produtos. Os dois importantes lançamentos foram o Anastrozol e o Metilfenidato (sendo este o primeiro genérico do Brasil para Tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH).

O que faz a EMS ser referência no mercado farmacêutico?

HISTÓRICO CONSISTENTE: pioneirismo, excelência e tradição, são treze anos consecutivos na liderança do mercado farmacêutico brasileiro.

EQUIPE QUALIFICADA: mais de cinco mil colaboradores.

VASTO SORTIMENTO: são mais de 2,6 mil apresentações de produtos, o maior portfólio do Brasil. Quatorze em cada 100 medicamentos vendidos no Brasil têm a marca EMS.

FORÇA EM DIVERSOS SEGMENTOS: 33% do faturamento da EMS em 2018 veio da unidade de Genéricos. Outros 40% derivam da unidade de Prescrição Médica; e o restante é derivado das outras unidades de negócios [Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs), Hospitalar e Marcas], todas com foco em inovação.

INOVAÇÃO CONSTANTE: são mais de 100 patentes pelo mundo e vários pedidos de patente depositados no Brasil. O Centro de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) da EMS recebe 6% do faturamento anual do laboratório em investimentos e conta com mais de 400 pesquisadores. Além dos genéricos de alta complexidade, de difícil desenvolvimento, a empresa aposta em inovação incremental e em movimentos de inovação substancial. Há ainda o investimento em inovação radical (por meio da Brace Pharma, empresa da EMS nos Estados Unidos); e nos medicamentos biotecnológicos (por meio da Bionovis, companhia que tem a EMS como uma de suas acionistas). A EMS acredita que investir em inovação e tecnologia é acima de tudo, garantir o acesso da população a terapias e soluções que contribuam para melhorar a qualidade de vida.

RESULTADOS CONSISTENTES: foram R$ 13,7 bilhões de faturamento e 596 milhões de unidades (caixas de medicamentos) comercializadas em 2018 (IQVIA – MAT*dez. 2018) – crescimento de 6% em ambos os índices quando comparados aos de 2017.

INVESTIMENTO CONTÍNUO: o parque fabril recebeu um aporte superior a R$ 800 milhões, valor caracterizado como o maior plano de expansão da história da EMS entre 2012 e 2017. Mais de 800 milhões de unidades/ano serão a capacidade produtiva com todas as unidades fabris em pleno funcionamento.

*MAT significa Moving Annual Total (Movimento Anual Total, em português).

Com a entrada do laboratório no mercado de Metilfenidato, em três meses, a empresa conquistou 57% de market share em unidades do produto em território nacional (Fonte: IQVIA PMB Dezembro 2018). Ainda em 2018, a empresa encerrou com 15% de market share em reais e 14% em unidades comercializadas no segmento de genéricos.

Com o intuito de tornar cada vez mais acessível o medicamento genérico no Brasil, a EMS está presente em mais de 64 mil pontos de venda (PDVs) em todo o País. Visando à prestação de serviços a esses PDVs, a empresa, por meio da unidade de genéricos, também investe em ações que se tornaram referência no setor farmacêutico. O ACADEMS, projeto de consultoria e capacitação envolvendo farmacêuticos, gestores de farmácias e proprietários de drogarias, é um exemplo. Afinal, essa ação já capacitou mais de 130 mil participantes.

Projeções positivas

Para 2019, a expectativa da EMS com o segmento de genéricos é de crescimento tanto em faturamento, quanto em unidades comercializadas. A empresa prevê, por exemplo, 11 lançamentos para o período. Entre eles, contraceptivos, anti-inflamatórios e anti-hipertensivos. Três deles serão genéricos inéditos e devem atingir uma participação de 4% no faturamento da unidade. Serão mais de 24 milhões de pacientes por ano que poderão ter acesso à saúde com essas novidades.

Ainda para este ano, a companhia planeja investir mais de R$ 50 milhões apenas em ações de marketing para a promoção do seu pipeline de genéricos, incluindo os 11 lançamentos previstos.

A empresa também planeja disponibilizar mais de 240 milhões de unidades (caixas de medicamentos) na categoria – praticamente 30 milhões acima do volume total em 2018. Com isso, prevê ampliar de 18 para 20 milhões o número de consumidores com acesso a esse tipo de medicamento por mês. Só em São Paulo, incluindo capital e interior, são quatro milhões de caixas de medicamentos genéricos da EMS circulantes por mês.

Vasto portfólio e pioneira na produção de genéricos

Atualmente, a EMS foca seus esforços no lançamento de genéricos de alta complexidade, que são aqueles de difícil desenvolvimento. Nessa linha, um exemplo já presente no portfólio da empresa é a ciclosporina microemulsão genérica, um imunossupressor utilizado por pacientes no combate à rejeição de órgãos transplantados, produzido exclusivamente pela EMS em toda a América Latina há mais de 18 anos, um dos principais produtos exportados pelo laboratório.

Hoje, a empresa é líder em 75 moléculas só no mercado de genéricos. As principais são: Bisoprolol; Moxifloxacino; Pioglitazona; Zolpidem; Desloratadina; Drospirenona+Etinilestradiol; Orlistate e Acetilcisteína (IQVIA – 2018). A companhia possui cerca de 500 apresentações de produtos nesse segmento, o maior portfólio de genéricos do Brasil, e continua investindo em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D).

A EMS, que possui mais de 100 patentes pelo mundo, também detém mais de 400 registros de medicamentos no exterior, o que mostra a força do laboratório. Além disso, a empresa exporta seus produtos para mais de 40 países, inclusive Alemanha e Inglaterra, que possui uma das legislações sanitárias mais rigorosas em todo o mundo, reforçando o padrão de qualidade internacional do laboratório.

Foto: Shutterstock

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