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Notícias

Pessoas recuperadas da Covid-19 correm maior risco de doenças mentais, mostram novos estudos

Por Guia da Farmácia 21 de fevereiro de 2022 Atualizado em: 18 de fevereiro de 2022 Nenhum comentário 6 Minutos de leitura
Covid-doenças-mentais

Não é novidade para ninguém que a pandemia da Covid-19 contribuiu para o aumento de doenças mentais, como depressão e ansiedade.

No entanto, um número crescente de estudos mostra que a Covid-19 em si é outro fator que amplia o risco de aparecimento dessas doenças.

A mais recente evidência sobre o assunto é um trabalho feito nos EUA com base em registros de saúde de cerca de 154 mil pacientes com Covid-19.

Os resultados, publicados na revista BMJ, na última quarta-feira, mostraram que até um ano após a infecção, essas pessoas correm um risco aumentado de serem diagnosticadas com transtornos psiquiátricos.

A saber, um estudo anterior, realizado pela Universidade de São Paulo (USP), já havia apresentado resultados semelhantes em pacientes recuperados de quadros moderados e graves.

A grande novidade é que em conjunto com essas análises, começam a surgir estudos que mostram que o risco aumentado desses problemas em pacientes recuperados da doença está associado ao efeito do vírus em si. Não apenas a fatores psicológicos e ambientais que podem ter impactado as pessoas com Covid, como stress, desemprego, problemas financeiros, isolamento social, trauma, luto, mudanças na dieta e na atividade física.

O médico Rodolfo Damiano, residente do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP (IPq) e primeiro autor do artigo brasileiro, explica que todas as infecções agudas têm impacto na cognição e na saúde mental.

“Mas não na magnitude observada na infecção pelo Sars-CoV-2”, afirma Damiano.

Covid-19 relacionada com doenças mentais

No estudo americano, os pesquisadores analisaram bancos de dados nacionais de saúde do Departamento de Assuntos de Veteranos dos EUA. No total foram incluídos 153.848 indivíduos que foram contaminados.

Eles foram comparados com um grupo similiar de pessoas que não contraiu a doença.

Os participantes tinham, em média, 63 anos de idade e não estavam em tratamento nem haviam sido diagnosticados com problemas de saúde mental nos dois anos anteriores à análise.

Os resultados mostraram que as pessoas que tiveram Covid eram 39% mais propensas a serem diagnosticadas com depressão e tinham uma probabilidade 35% maior de ansiedade nos meses seguintes à infecção, em comparação com pessoas que não foram infectadas.

Aqueles recuperados da doença também eram 38% mais propensos a recebrem diagnóstico de transtorno de adaptação e corriam um risco 41% maior de apresentar distúrbios do sono.

Os pesquisadores também descobriram que os pacientes com Covid eram 80% mais propensos a desenvolver problemas cognitivos como “névoa cerebral”, confusão mental e esquecimento.

Eles ainda tinham uma propensão 34% maior de desenvolver distúrbios por uso de opióides e 20% mais propensos a desenvolver distúrbios por uso de substâncias não opióides, incluindo alcoolismo.

Depois da Covid-19, as pessoas também tinham uma probabilidade 55% maior de tomar antidepressivos e 65% maior de utilizar medicamentos anti-ansiedade.

O estudo revelou que o risco de desenvolver esses problemas foi maior para pacientes que foram hospitalizados.

Dessa maneira, os pesquisadores alertam que pessoas com quadros leves também correm um risco aumentado, em comparação com aqueles que não foram infectadas.

Os dados não indicam que a maioria dos pacientes recuperados da Covid-19 irá desenvolver transtornos de saúde mental, então não há motivo para pânico.

No estudo americano, apenas 4,4% a 5,6% dos participantes foram diagnosticados com depressão, ansiedade ou estresse e transtornos de adaptação.

Também no estudo da USP, 8,14% dos pacientes desenvolveram transtorno de ansiedade após a doença e 2,5%, depressão.

Entretanto, Damiano ressalta que em termos de saúde pública e números absolutos, uma pequena taxa de pacientes já representa um grande fardo.

Mecanismos fisiológicos

Agora, a ciência busca entender porque o Sars-CoV-2 causa mais sequelas neuropsiquiátricas do que outras infecções, como o influenza, por exemplo.

Um deles, por exemplo, é a neuroinflamação, que também é causa por outras infecções virais e leva a um distúrbio químico cerebral.

Essa inflamação do sistema nervosos central pode atrapalhar a funcionalidade do cérebro, incluindo sua capacidade de produzir neurotransmissores como a serotonina.

Níveis baixos da substância são associados à depressão, por exemplo.

Autópsias de pacientes que morreram de Covid-19 também revelaram inflamação e pequenos coágulos sanguíneos no cérebro.

“Assim como a Covid aumenta o risco de trombose e tromboembolismo pulmonar, por aumento de coagulação, ela também pode causar microagulações cerebrais e isso pode ter um impacto na cognição” explica o pesquisador do IPq.

Outra hipóteses, descoberta recentemente, é um efeito do próprio vírus.

“O vírus invade o sistema nervoso central e ataca algumas células. Ele pode atacar diretamente os neurônios, mas as evidências apontam para a invasão de outras células de nutrição do sistema neuronal, como os astrócitos, que são células de sustentação”, explica Damiano.

Há ainda o efeito do próprio sistema imunológico, que ao ser ativado para combater o novo coronavírus, também passa a atacar o próprio organismo, incluindo o cérebro.

Qualquer pessoa pode desenvolver problemas neuropsiquiátricos após a Covid-19, mas duas populações apresentam maior risco: idosos e pessoas que já têm algum problema neuropsiquiátrico, como demência, comprometimento cognitivo leve, depressão e ansiedade grave.

A única forma de reduzir o risco é prevenir a infecção pela Covid-19 com uso de máscara, distanciamento social e, principalmente, a vacinação. Damiano afirma que já existem evidências mostrando que a vacinação diminui não apenas mortalidade, hospitalização e risco da doença, mas também a incidência de sintomas neuropsiquiátricos caso a pessoa seja infectada.

Tratamento

O tratamento para doenças mentais associadas à Covid-19 é o mesmo indicado para outras casos.

Todavia, em casos leves, a recomendação é realizar alterações no estilo de vida, em especial na alimentação e na prática de atividade física.

Para quadros moderados e graves, é necessário, então,  procurar ajuda de um especialista e pode ser necessário auxílio medicamentoso.

Em pacientes que também apresentam problemas cognitivos, o exercício pode ser um ótimo aliado.

Contudo, evidências mostram que a prática ajuda a reverter alterações cognitivas associadas a doenças graves.

“Na alimentação, orientamos reduzir o consumo de embutidos e de carne vermelha e aumentar o consumo de vegetais e verduras”, diz o médico Rodolfo Damiano.

Estudo recente revelou que alimentos ultraprocessados, como embutidos, estão associados ao aumento da inflamação cerebral e a problemas de memória.

Subvariante BA.2 é mais agressiva que a Ômicron, mostra novo estudo 

Fonte: O Globo

Foto: Shutterstock

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