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Pesquisa mostra importância de programas de fidelidade em farmácias

Segundo a Febrafar, mais de 80% dos clientes do canal já aderiram à ação

Os programas de fidelidade estão em alta nas farmácias, com a população buscando cada vez mais esses benefícios. Esse é um dos resultados que a Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar) apresentou com a Pesquisa de Comportamento do Cliente na Farmácia 2019. Segundos os resultados, a representatividade dos programas de fidelidade é crescente e nota-se que grande parte da população já aderiu a alguma dessas ações (84,66%).

O estudo também identificou que a maioria dos clientes prefere comprar sempre na mesma farmácia. Apenas 9,50% disseram comprar em lojas diferentes, ou seja, não possuem fidelidade. “Com essa pesquisa fica comprovado que a fidelização dos clientes é uma estratégia fundamental para assegurar o crescimento consistente da farmácia”, explica o presidente da Febrafar, Edison Tamascia.

A pesquisa, coordenada pelo IFEPEC (Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Corporativa) em parceria com o NEIT – Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia, do Instituto de Economia da Universidade de Campinas (Unicamp), entrevistou 4 mil clientes.

Resultados dos programas de fidelidade na prática

Os dados da pesquisa refletem os resultados representativos que as redes da Febrafar obtêm com a utilização Painel de Estratégias Competitivas (PEC), o programa de fidelidade promovido pela entidade. Atualmente, já são 17,77 milhões de cadastros no PEC e apenas no último mês de fevereiro foram mais 343.677 novos cadastros. Nesse mesmo período de fevereiro foram movimentados R$ 248 milhões por meio desta ação. “Os programas de fidelidade têm grande aceitação pelo público das farmácias, principalmente pelo fato de apresentarem reais benefícios na hora da compra de produtos. Outro ponto de destaque é abrangência do programa, que, por estar em grande parte de nossas redes, pode ser encontrado em praticamente todo o País”, explica o diretor operacional da Febrafar, Ney Arruda.

Outros insights da pesquisa

  • Os consumidores brasileiros apresentam altos índices de frequência às farmácias: 60,94%, procuram o canal mais de uma vez por mês.
  • A maioria das pessoas que entrou nas farmácias, adquiriu aquilo que foi procurar ou pelo menos parcialmente. Apenas 3,13% não comprou o que pretendia, frente a 80,68% que comprou tudo que necessitava e outros 16,20% fizeram a aquisição parcial.
  • Em contrapartida, dentro da farmácia, se observa que a troca de produtos (por de outras marcas ou por genéricos) é mais intensa. Isso ocorreu para 28,83% dos clientes e, nesses casos, o principal motivo foi o preço (54,38%), seguido pela falta do medicamento que desejavam (41,95%) e os demais (3,68%) apontaram motivos diversos.
  • A pesquisa também conclui a força que o genérico vem obtendo no mercado: 75,45% dos clientes trocaram um produto de marca por esse tipo de medicamento; e apenas 24,55% trocaram o produto genérico por um de marca.
  • Também é importante ser considerada a baixa influência do atendente nessa troca: em 84,20% das vezes que isso ocorreu, a iniciativa foi do cliente e em apenas 15,80% a troca se deu pelo direcionamento do atendente.

Fonte: Guia da Farmácia
Foto: Shutterstock

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