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Não medicamentos indicam retomada e crescem mais de 10% no 1º tri

Segundo a Abrafarma, resultado está bem acima dos registrados em 2017 e 2018

As vendas de não medicamentos voltaram a crescer dois dígitos, depois de dois anos consecutivos com altas inferiores a 5%. De acordo com a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), o comércio de itens de higiene, cosméticos, perfumaria e conveniência nas 25 maiores varejistas do setor movimentou R$ 4,07 bilhões e cresceu 10,64% no primeiro trimestre de 2019 – bem acima dos percentuais registrados no mesmo período de 2018 e 2017: 4,58% e 3,73%, respectivamente.

Para o CEO da Abrafarma, Sergio Mena Barreto, essa retomada é explicada, em parte, pela demanda por crédito do consumidor – que avançou 7,2% no período, segundo dados da BoaVista. Esse cenário estimulou a ida às farmácias para aquisição de medicamentos, e a experiência no ponto de venda (PDV) contribui também para a compra de outros produtos.

“Essa situação reflete-se especialmente entre o público feminino, que representa 70% dos consumidores no grande varejo farmacêutico. Além disso, os preços dos não medicamentos não sofrem interferência ou controle do governo”, completa.

Fonte: Guia da Farmácia

Foto: Shutterstock

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