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O que pode cortar o efeito da pílula anticoncepcional?

O uso concomitante de contraceptivos orais, adesivos ou injetáveis com determinadas classes de medicamentos pode trazer efeitos mais do que indesejáveis, como a diminuição ao até mesmo a anulação do seu efeito

O efeito da pílula anticoncepcional é um assunto que interessa boa parte da classe feminina. Afinal,  este é um dos métodos contraceptivos mais usados e difundidos no mundo. Segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), no Brasil, em torno de 25% da população feminina que faz contracepção prefere a pílula. Além disso, a entidade informa que o método é o mais conhecido e popular entre as mulheres. A pílula é adotada no mundo todo por mais de 100 milhões de usuárias.

Se usada corretamente, a taxa de eficácia da pílula é superior a 99%. Mas, existe um risco de falha de 0,1% a 8%. Esse risco é atribuído principalmente a erros oriundos da administração do medicamento. Ou, ainda, a possíveis interações com outros fármacos.

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Dessa forma, mulheres que fazem uso de contraceptivos, exceto as que usam o Dispositivo Intrauterino (DIU), de cobre ou hormonal, precisam redobrar a atenção ao iniciarem tratamentos com algumas classes de medicamentos. Afinal, o risco de interação medicamentosa do efeito da pílula anticoncepcional com outros fármacos é uma realidade.

Com o objetivo de apresentar os medicamentos que podem interagir com a pílula, a Contento Comunicação elaborou o E-Book Interação medicamentosa com anticoncepcional. Aqui, você poderá encontrar a explicação correta sobre a diminuição ou corte do efeito da pílula anticoncepcional.

Desse modo, a orientação às pacientes da farmácia que chegam com diversas dúvidas é fundamental.

Saem primeiros testes para a pílula anticoncepcional masculina

A pílula anticoncepcional masculina parece ser segura e eficaz quando tomada diariamente. Isso foi o que concluíram os Pesquisadores do Instituto de Pesquisas Biomédicas de Los Angeles (LA BioMed) e da Universidade de Washington. Eles anunciaram os anunciaram os resultados do estudo na reunião anual da Sociedade de Endocrinologia.

Os resultados mostraram que o contraceptivo oral masculino experimental – chamado undecanoato de dimetandrolona (DMAU) – produziu respostas hormonais que são consistentes com a contracepção masculina eficaz observada em outros estudos de longo prazo. Na dose mais alta de DMAU testada, 400 mg, os sujeitos mostraram “acentuada supressão” dos níveis de testosterona e dois hormônios necessários para a produção de espermatozoides, sem mostrar alterações no humor ou na função sexual. Mais estudos estão em andamento.

Ademais, os resultados de pesquisas globais sugeriram que mais de 80% dos homens estariam interessados ​​em um contraceptivo masculino reversível.

Fonte: Guia da Farmácia
Foto: Shutterstock


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