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Roche atua na promoção da logística reversa de medicamentos e de embalagens

Estratégia tem como objetivo evitar que remédios vencidos ou em desuso contaminem o meio ambiente e as pessoas

A Roche desenvolve e lidera práticas e iniciativas para diminuir os impactos ambientais de suas operações através da aplicação de uma logística reversa.

Entre elas, estão formas de como incentivar o reuso e a reciclagem de materiais necessários para manter a qualidade e segurança de seus produtos.

Além de também  controlar a destinação correta de seus resíduos.

Na Semana Mundial do Meio Ambiente, a companhia destacou, entre todas as suas iniciativas, sua contribuição para que a implementação da logística reversa de medicamentos se torne uma realidade no Brasil.

O objetivo é colaborar com a conscientização e a informação de qualidade para a população.

Bem como integrar iniciativas setoriais que objetivam a realização das ações práticas para endereçar a questão.

Para fomentar as estratégias de logística reversa, a Roche, em parceria com a eCycle, desenvolveu uma plataforma que está hospedada nos sites de ambos.

Lá, é possível encontrar informações sobre o manuseio e o descarte correto de remédios vencidos, sobras, seringas, agulhas, frascos e embalagens e a identificação, por meio de geolocalização, dos postos de coleta desses materiais.

A iniciativa tem como objetivo evitar que esses resíduos sejam jogados no lixo comum ou no esgoto doméstico e prejudiquem o solo e as fontes de água, colocando em risco o meio ambiente, os animais e, consequentemente, o ser humano.

Também serve de alerta para diferenciar os variados materiais que envolvem um medicamento e como destinar cada um deles.

“Temos a embalagem primária, que tem contato direto com o medicamento e também deve ser desprezado corretamente. A secundária é a caixa de papel, que juntamente com a bula, pode ser encaminhada para reciclagem”, explica o Gerente de Serviços, Segurança, Saúde e Meio Ambiente da Roche Farmacêutica, Rogério Nakamura.

Juntos, Roche e eCycle usam seus canais de comunicação para educar e conscientizar as pessoas sobre a importância do tema.

Postos de coleta

Para identificar os postos de coleta mais próximos, é só acessar o site https://www.roche.com.br/pt/por-dentro-da-roche/descartes-de-medicamentos.html, indicar um critério de busca como cidade, bairro, endereço ou CEP, e clicar em “Buscar Postos”.

Logo em seguida, aparece um mapa que indica vários pontos de coleta, como farmácias, Unidades Básicas de Saúde (UBS) e supermercados. Caso não seja localizado nenhum local próximo, o ideal é procurar a Vigilância Sanitária da região.

Após serem entregues nos postos de coleta, o material é retirado por empresas especializadas que dão o correto destino a eles.

Já os objetos perfurocortantes, como seringas e agulhas, por exemplo, devem ser descartados em caixas específicas de armazenamento para evitar que as pessoas sofram acidentes por perfuração.

Os medicamentos vencidos e produtos químicos são destinados à incineração, em locais preparados ambientalmente para essa ação e seguindo todas as exigências dos órgãos reguladores.

Embalagens

Outra iniciativa  neste segmento de descartes foi a implementação, em março de 2021, de um programa de logística reversa de embalagens da cadeia de frio no Centro de Distribuição em Goiás.

Por meio dela, 100% dos clientes da empresa, compreendendo distribuidores, clínicas e hospitais do canal público e privado, podem optar por realizar a devolução desses materiais no ato da entrega ou em uma futura remessa.

Ao retornarem para Anápolis, os recipientes de gelo rígido – utilizados para transporte e refrigeração dos medicamentos de cadeia fria – são higienizados e reutilizados no fluxo produtivo dentro de seu período de validade.

A água descartada nas trocas vai para a limpeza do Centro de Distribuição.

Já caixas de isopor, papelão e alças plásticas são destinadas para cooperativas parceiras.

Resultado do comprometimento e do trabalho colaborativo entre as áreas de Logística e Licitações, a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná já percebe os efeitos positivos do projeto.

“Achamos interessante a iniciativa e está dando certo. Menos lixo produzido e mais organização”, argumenta Dra. Carine de Andrade Mendes Poier Oliveira, farmacêutica da SES-PR.

Benefícios

Apenas com o piloto dessa iniciativa, 3,8 mil kg de papelão e 4,3 mil kg de isopor foram enviados para cooperativas parceiras ou tiveram a destinação correta.

Também, 6,7 mil kg de plásticos e 32 mil litros de água dos elementos refrigerantes foram poupados, devido a reutilização destas matérias-primas.

Portanto, com a expansão do projeto, estima-se que 24 mil kg de papelão e 27 mil kg de isopor poderão ser recolhidos por cooperativas ou corretamente destinados.

Bem como, então, 41 mil kg de plástico e 195 mil litros de água poderão potencialmente deixar de ser utilizados.

Plataforma digital

Além dos programas de logística reversa, no dia a dia, são incorporados continuamente processos e práticas dentro da Roche que promovem o desenvolvimento sustentável.

Assim, uma das iniciativas se trata da plataforma digital disponibilizada em todas as unidades de negócio.

Isso permite, então, a tramitação online de documentos e diminui o impacto ambiental da sede.

Mais recentemente, a área de licitações da empresa tem atuado com órgãos públicos para promover, então, procedimentos mais limpos em seus processos, por meio da digitalização total de documentos e contratos.

Antes disso, a área imprimia uma média de 1 mil folhas por dia.

A saber, hoje, 95% dos processos já acontecem de forma digital, resultando, portanto, em redução de resíduos, de economia de recursos, de otimização de tempo.

E, consequentemente, da diminuição da emissão de carbono.

Gestão ambiental

EM 2020, a fábrica substituiu os queimadores da caldeira, gerando economia do uso de gás natural.

E ampliou também o reuso de água, que em alguns meses chegou a representar cerca de 30% do consumo total.

A Roche ainda conta com uma gestão ambiental que monitora indicadores relacionados a recursos hídricos, geração e descarte correto de resíduos e consumo de energia.
E tem metas estabelecidas globalmente para reduzir as suas emissões de gases de efeito estufa até 2025.
Além disso, a fábrica passa por auditorias externas duas vezes por ano e faz a manutenção da certificação ISO 14.001, de gestão ambiental.
Fonte: Roche
Foto: Shutterstock
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