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Telemedicina aumenta emissão do certificado digital da Serasa Experian

Segundo o levantamento, a emissão do documento eletrônico na Serasa Experian aumentou 650% entre abril e julho deste ano

Com a regulamentação da Telemedicina, publicada em março de 2020 pelo Ministério da Saúde e válida enquanto durar a pandemia no País, a procura por certificado digital pelos profissionais da área de saúde cresceu de forma significativa.

Segundo o levantamento, a emissão do documento eletrônico na Serasa Experian aumentou 650% entre abril e julho deste ano, representando um resultado oito vezes superior em relação ao mesmo período do ano passado.

 Com a adoção da telemedicina, mesmo que temporária, identificamos um forte movimento de transformação digital dos profissionais da saúde, que passaram a aderir esta prática tanto para facilitar o atendimento quanto para beneficiar boa parte da população que está evitando sair de casa. No caso de consultas virtuais, o certificado digital permite ao médico emitir receitas e atestados no ambiente eletrônico de forma prática, rápida, segura e com validade jurídica. Importante mencionar que o documento eletrônico já é uma tecnologia utilizada no Prontuário Eletrônico do Paciente, por exemplo, porque ajuda a otimizar, traz mais segurança e evita fraudes nos processos de hospitais e clínicas”, afirma o diretor de Identidade Digital da Serasa Experian, Mauricio Balassiano.

Profissionais da saúde com mais de 60 anos lideram o uso de certificado digital

Dentro de uma amostra de profissionais da saúde que possuem o certificado digital da Serasa Experian, os especialistas da companhia traçaram um perfil.

Os profissionais do setor mais idosos, com mais de 60 anos, lideram o uso da tecnologia com 27,4%.

São profissionais mais maduros e experientes e, ao contrário do que muitos pensam, estão mais antenados às tecnologias que podem beneficiar e trazer maior credibilidade à sua atuação no mercado”, ressalta Balassiano.

Em segundo e terceiro lugares estão os profissionais entre 41 e 50 anos (25,7%) e 51 a 60 anos (22,1%).

Dentre os profissionais de saúde que adotaram o documento eletrônico da Serasa Experian, os homens são a maioria, com 57,6%. Já as mulheres representam os outros 42,4%.

No que diz respeito ao cadastro nos Conselhos competentes, 37,0% contam com registro no  Conselho Federal de Medicina (CFM), 31,67% no Conselho Regional de Medicina (CRM), 14,12% no  Conselho Federal de Odontologia (CFO) e 6,14% no Conselho Federal de Psicologia (CFP).

“O Brasil conta com milhares de CNPJs ativos no setor de saúde, sendo a maioria representada por microempresas. Tendo em vista as transformações digitais que a sociedade tem presenciado, é fundamental que esses profissionais acompanhem os processos já estabelecidos e se preparem para os que ainda virão em termos de atendimento remoto. É possível se antecipar ao uso de ferramentas adequadas, como o certificado digital, para contar com suas vantagens e agir com mais agilidade e segurança de acordo com as regulamentações”, conclui Balassiano.

Metodologia

O estudo considerou o volume de emissão de certificado digital da Serasa Experian apenas para profissionais da saúde no período de abril a julho de 2020, na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior.

Considerando uma amostra de cerca de 130 mil CPFs de profissionais da saúde que possuem o documento eletrônico da Serasa Experian ativo, foi traçado o perfil para entender a representatividade por sexo e idade, por exemplo.

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Fonte: Serasa Experian

Foto: Shutterstock

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