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Efeito otimizado Revista Guia da Farmácia - Edição 320 - julho/2019

O que pode cortar o efeito da pílula anticoncepcional? Essa é a pergunta que não quer calar e que, com certeza, faz parte do seu dia a dia na farmácia. Ela é um dos métodos contraceptivos mais usados e difundidos no mundo. No Brasil, em torno de 25% da população feminina que faz contracepção prefere a pílula. Além disso, é o método é o mais conhecido e popular pelas mulheres, sendo adotado no mundo todo por mais de 100 milhões de usuárias.

Se usada corretamente, a taxa de eficácia é superior a 99%, mas existe um risco de falha de 0,1% a 8%, atribuído principalmente a erros no uso do medicamento, além da administração de outros produtos concomitantemente. Esse risco de interação medicamentosa é uma realidade que pode passar despercebida.

A diminuição do efeito acontece porque os anticoncepcionais orais são absorvidos pelo trato gastrointestinal e metabolizados no fígado, assim como alguns medicamentos. Eles podem, por exemplo, alterar as características das paredes intestinais, afetando sua permeabilidade e, como consequência, deixar de absorver corretamente o anticoncepcional.

A reportagem de capa desta edição do Guia da Farmácia apresenta quais são as classes medicamentosas e seus respectivos fármacos que mais podem interagir com a pílula, causando um efeito adverso.

Outro destaque fica por conta do Dia dos Pais, primeira data comemorativa do segundo semestre do ano. Embora não movimente cifras tão grandes quanto Natal, Dia das Mães e Dia dos Namorados, também pode trazer ótimas oportunidades para incrementar as vendas da categoria de beleza masculina, que se encontra em pleno crescimento.

O Brasil deve liderar as vendas do mercado mundial nesse segmento, ultrapassando os Estados Unidos, que lideram o ranking global atualmente. A movimentação deve chegar na casa dos R$ 26 bilhões. Portanto, as farmácias podem, sim, aproveitar o potencial dessas categorias.

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